Animais raros é o que não falta no nosso site, nós já falamos sobre as raças de cães e gatos mais raras do mundo, e também algumas que foram extintas e infelizmente não existem mais, até sobre cavalos nós já falamos aqui. Hoje, porém, nós vamos mostrar os pássaros mais raros que ainda existem, mas que você provavelmente nunca vai ver ao vivo, alguns são tão raros que até mesmo fotos e vídeos são difíceis de serem encontrados.
E se você quiser ver as raças de pássaros domésticos mais raras do mundo, clique aqui.
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| Henrik Grønvold, Domínio público, via Wikimedia Commons |
Vamos começar com o Ibis Gigante, um pássaro cujo bico longo e penas que mais parecem pintadas chamam a atenção de quem vê. A espécie está confinada ao norte do Camboja, com algumas aves sobrevivendo no extremo sul do Laos e no Parque Nacional Yok Đôn, no Vietnã.
Chegando aos 106 cm e 4 kg, infelizmente essa espécie está criticamente ameaçada de extinção e não tem muitas chances de recuperação. Existem menos de 200 Ibis Gigantes ainda vivos.
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| Joseph Smit, Domínio público, via Wikimedia Commons |
Aegotheles savesi é o nome complicado dessa ave, e esse é um dos pássaros mais misteriosos do mundo, quase nada deles foi revelado desde a sua descoberta, nem mesmo o seu canto é conhecido pelo homem.
Também chamado de Corujinha Noturno da Nova Caledônia esse pássaro vive na savana Melaleuca da Nova Caledônia e nas florestas úmidas. Outros membros de seu gênero são altamente territoriais e se aninham em buracos nas árvores, essas aves também se alimentam sentando em um galho e atacando pequenos animais, mas não se sabe se esses hábitos se aplicam ao Corujinha Noturno também, como essa espécie é maior e tem pernas mais longas do que as outras, pode ser que ele seja mais terrestre.
Também chamado de Corujinha Noturno da Nova Caledônia esse pássaro vive na savana Melaleuca da Nova Caledônia e nas florestas úmidas. Outros membros de seu gênero são altamente territoriais e se aninham em buracos nas árvores, essas aves também se alimentam sentando em um galho e atacando pequenos animais, mas não se sabe se esses hábitos se aplicam ao Corujinha Noturno também, como essa espécie é maior e tem pernas mais longas do que as outras, pode ser que ele seja mais terrestre.
O primeiro espécime dessa ave foi coletado por puro acidente, um pássaro voou para dentro de um quarto na aldeia de Tonghoué. Este pássaro é conhecido a partir de dois exemplares recolhidos em 1880 e 1915 e um par de avistamentos, o mais recente deles foi na expedição de 1998, que viu um grande número deles procurando insetos ao entardecer. Esse relatório sugere que a espécie ainda sobrevive em pequeno número, mas que a população total é provavelmente menor do que 50 indivíduos e está em declínio.














